Orientação familiar
A família também precisa de escuta e informação.
Quem convive com a dependência química de alguém próximo costuma chegar exausto, com culpa e sem saber por onde começar. Nosso papel é organizar o cenário e mostrar caminhos possíveis.
Você não está sozinho
Conversar antes de decidir é sempre mais seguro.
Atendemos familiares, cônjuges, filhos e amigos que querem entender as possibilidades antes de tomar qualquer decisão. A conversa é sigilosa e sem compromisso.

Temas frequentes
Informação para atravessar o processo.
Como iniciar a conversa
Escolher um momento calmo, falar sobre o que você observa e sente, evitar acusações e deixar claro que o objetivo é ajudar, não punir.
O que observar
Mudanças de rotina, isolamento, oscilações de humor, prejuízos no trabalho ou nos estudos e riscos à segurança da pessoa e de quem convive com ela.
Limites e sobrecarga
Famílias adoecem junto. Dividir responsabilidades, buscar apoio e cuidar da própria saúde faz parte do processo de cuidado.
Papel da família no tratamento
A participação familiar, quando orientada pela equipe da unidade, pode contribuir para a adesão e a continuidade do cuidado.
Prevenção à recaída
Recaída pode acontecer e não anula o processo. O importante é retomar o acompanhamento profissional o mais rápido possível.
Internação voluntária e involuntária
Existem diferentes modalidades previstas em lei, com requisitos específicos. Esse tema exige orientação profissional e jurídica adequada em cada caso.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação ou orientação de profissional habilitado.